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Aplicativo Disque Denúncia SE passa a funcionar via sistema IOS e conta com mais de 1200 denúncias cadastradas



Em funcionamento desde julho do ano passado, o app registra 6422 usuários cadastrados


Proporcionar ao cidadão a facilidade de realizar denúncias por meio de celulares e tablets, com envio de fotos, vídeos e diversas informações sobre possíveis crimes. Essa é a proposta do aplicativo Disque Denúncia SE, utilizado pela Polícia Civil sergipana. Desde julho do ano passado o aplicativo é o ponto de partida para muitas investigações que resultaram em prisões de acusados de diversos delitos em todo o estado e fora de Sergipe.

Idealizado pelo Secretário da Segurança Pública de Sergipe, João Batista Santos Júnior, o App Disque Denúncia SE foi criado para viabilizar de forma mais próxima, efetiva, rápida e segura a participação do cidadão no que diz respeito à Segurança Pública, dando maior segurança e conforto. Segundo o secretário, a informação é a principal ferramenta para elucidar de forma rápida os conflitos sociais. “Agora com o uso do IOS e do Android, cobrimos mais de 90% dos usuários. É importante ressaltar que mesmo com os investimentos que estão sendo realizados na segurança do estado, com viaturas e treinamentos de policiais, se não tivermos o que é mais caro para a Polícia, que é a informação privilegiada e clara que é passada pelo cidadão de bem, as atividades levam um tempo maior para serem realizadas. Por isso, valorizamos muito o Disque Denúncia e esperamos que com essa atualização realizada para IOS possamos aumentar ainda mais o número de cadastros das pessoas, e que essas pessoas confiem no aplicativo que é totalmente sigiloso”, pontuou.

O aplicativo que funcionava pelo sistema operacional Android, passou no início deste mês a ser disponibilizado para o sistema IOS como forma de abranger um número ainda maior de usuários cadastrados. Desde a utilização do aplicativo até hoje, foram registrados 6422 usuários cadastrados, uma média de 24 cadastros por dia, sendo 3.248 usuários ativos. Além disso, conta com 1.208 denúncias efetuadas, contabilizando uma média de cinco por dia.

A tecnologia do sistema permite ao cidadão realizar denúncias de crimes de maneira interativa, rápida e discreta, garantindo o anonimato e absoluto sigilo do informante. “Hoje o cidadão tem uma câmera na mão e essa ferramenta pode auxiliar na elucidação dos crimes. Não queremos que os cidadãos façam o trabalho da Polícia, o trabalho policial tem que ser feito por policiais que são profissionais treinados, mas é claro que com o auxilio da população as informações passadas podem ajudar no trabalho investigativo, fazendo com que a possamos prender o suspeito de forma mais rápida e elucidar um crime. Somente venceremos a guerra contra a violência se todos nós nos unirmos”, ressaltou o secretário João Batista.

Os números também são positivos quanto ao envio de mídias, a exemplo de fotos e vídeos, que contabilizam 744 mídias recebidas ao longo dos nove meses de existência do Aplicativo do Disque Denúncia. Outro dado relevante é o total de pessoas denunciadas ao longo do período de existência do sistema, que já atinge 476 indivíduos.

Segundo o analista de sistemas Allan Machado, um dos responsáveis pela programação do aplicativo, assim que o app for baixado, o usuário precisa fazer um cadastro básico, cujos itens obrigatórios são apenas e-mail e senha. Os dados cadastrais podem ser baseados em informação que não exijam a real identificação do denunciante. Ele ressaltar ainda, que nenhum registro do celular do cidadão fica armazenado no sistema 181 e o sigilo permanece garantido. Outra comodidade que o aplicativo permite, é que o usuário acompanhe o seu histórico de denúncias.

“Pensamos sempre em melhorar a qualidade do aplicativo. Planejamos expandir as formas e informações que podem ser agregadas ao app. É importante passar ao cidadão que apenas os operadores do 181 têm acesso aos dados recebidos pelo aplicativo, que são as mesmas pessoas responsáveis pela tratativa dos atendimentos por telefone. Eles são as únicas pessoas que têm acesso de fato às informações enviadas. Além deles, apenas o próprio cidadão tem acesso aos conteúdos enviados”, finalizou.

Fonte: SSP/SE


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